domingo, 26 de julho de 2015

Novo cenário do mercado imobiliário devolve ao comprador poder de barganha

Queda no ritmo de vendas e preços estáveis forçam empresas a flexibilizar vendas

Fonte:
Luiza Freitas
lfreitas@jc.com.br
http://jconline.ne10.uol.com.br/


Placas de "vende-se" se acumulam nas fachadas dos prédios, mostrando que a hora é do comprador
Imagem: Mano Lee/JC

A procura já foi bônus-de-casino.com.br tanta que elas mal repousavam sobre as fachadas dos prédios. Hoje, as placas de “vende-se” são um reflexo do desaquecimento do mercado imobiliário: acumulam-se nos muros e postes e disputam entre si a atenção de quem passa. Ruim? Não para o comprador. Mesmo com um cenário econômico pouco animador, a queda no ritmo de vendas e a estabilização dos preços dos imóveis devolveu ao consumidor o poder da barganha. O momento agora é ideal para quem souber aproveitar as melhores oportunidades.

As estratégias para conquistar os consumidores são muitas. Nos últimos meses, as construtoras vêm oferecendo vários tipos de promoções, de abatimento direto no valor da compra a mobília grátis. “Antes quando se lançava um prédio, com uma semana acabavam todas as unidades. Com tantos compradores, não havia razão para aceitar negociação. Agora a situação mudou. Hoje o momento é do comprador”, confirma o diretor da VR Consultoria Imobiliária, Marcos Ventura.

Cabe, portanto, ao consumidor explorar a seu favor o que o mercado mais “manso” tem a oferecer. O principal é avaliar a própria situação. Já que o momento é bom para negociar e comprar, mas a situação econômica não é estável, a ideia é se endividar o mínimo possível. “O ideal é tentar fechar o negócio com o menor preço que conseguir. Para quem já tem um usado, a opção é fazer a troca; se há condições, fazer um esforço para fechar à vista. Vale até entregar o carro já quitado e financiar um novo, já que os juros do financiamento de automóveis estão muito abaixo que os do imobiliário”, aconselha Ventura.

Com a restrição maior do financiamento para os usados e as facilidades oferecidas para adquirir lançamentos, os novos se mostram mais atrativos para os compradores. “Ainda existem muitos proprietários resistindo a baixar o preço do imóvel usado. É muito mais fácil para uma construtora, que trabalha com o negócio, ser mais flexível e dar condições sem baixar tanto o próprio rendimento do que uma pessoa que só tem um imóvel para vender querer abrir mão do ganho”, explica a corretora Edneide Carvalho.

Para novos ou usados, é fato que o cenário atual é mais favorável do que o auge do aquecimento, entre os anos de 2012 e 2013. Mas o bom momento não significa que o consumidor pode descuidar de detalhes básicos e atemporais, como verificar a idoneidade da empresa com quem está negociando, fazer um planejamento do orçamento a longo prazo, pesquisar bastante e se informar. 

“É preciso se conscientizar sobre a incerteza que existe na economia, a renda em queda, os níveis de desemprego subindo. Se comprometer com um financiamento a longo prazo diante desse contexto é complicado. É preciso estar disposto a abdicar de áreas mais privilegiadas a favor de outras que tenham um desconto maior. Aí sim pode ser uma situação favorável”, sugere a coordenadora de estudos da construção civil da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Castelo.




quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O mercado imobiliário de Natal tem espaço para todos

Ao longo desses meus quase 12 anos atuando no mercado imobiliário de Natal, sempre tive como pensamento que o referido mercado tem espaço para todos que atuam nele. Sejam eles corretores antigos, corretores novos, corretores de imobiliárias, corretores de construtoras, corretores autônomos... e até de "corretores" que não são corretores.

Quando exerci a gerência de vendas nas imobiliárias, sempre falava isso a todos os colegas corretores - principalmente aqueles que estavam chegando agora no mercado: Você não precisa atropelar seu colega para realizar um negócio. Desempenhe seu trabalho da melhor forma para que você possa ser uma referência entre seus clientes e seus colegas. Você só terá frutos bons para colher. 

Pois bem, na última segunda-feira fui fazer uma visita a um imóvel que eu agenciei (o imóvel que é deixado pelo cliente para que eu tente vender o mesmo) e chegando lá tive uma desagradável surpresa: o meu adesivo de vendas não estava na janela que eu havia colocado e lá havia um adesivo da Brasil Brokes Abreu (Abreu Imóveis). 

Ao terminar a visita com o cliente, liguei para o proprietário para saber se houve alguma mudança na autorização de vendas (questão de exclusividade, etc) e explanei a situação. Se mostrou surpreso com a atitude do colega que ele falou naquela empresa, reprovando tal atitude de imediato. 

Não precisava retirar meu adesivo. A casa tem "trocentos" espaços para que se coloque outro(s) adesivos. Não havia necessidade de retirar o meu adesivo. Isso é egoísmo, olho grande. 

A Abreu é um empresa a qual eu sempre respeitei e tenho alguns amigos lá dentro, dentre eles pessoas que testemunharam meu início de carreira como corretor de imóveis há quase 12 anos. Tentei falar com eles... mas, entre "vejo depois", "te dou já um retorno", "estou vendo isso", já se passaram pelo menos 48 horas e nenhuma satisfação foi me dada até o momento. 

Sei que não dá em nada. Provavelmente quando lerem essa postagem vão dar de ombro e algumas risadas, mas não posso me omitir. Deixo aqui meu registro de indignação e de falta de respeito que o colega e a empresa praticaram.

Como tenho certeza que o mercado imobiliário tem espaço para todos, continuarei "remando"... sozinho, autônomo, pequeno, mas com um pensamento firme: PARCERIA. 

Ao colega que teve essa atitude e está negando, meu muito boa sorte. 

Sim, farei tal registro também no Conselho que rege nossa profissão, apesar de saber que o corporativismo nessas horas fala mais alto. 

Pedro Henrique de Carvalho 
Creci nº 4667/RN - 17ª Região

Imagem do local onde a placa foi "substituída":

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Evento em SP terá imóveis dos EUA à venda por US$ 180 mil

Fonte: Exame.com

Flórida Home Show terá imóveis de Miami e Orlando e contará com a participação de dez construtoras americanas

São Paulo - Nos dias 29 e 30 de novembro acontece em São Paulo o Flórida Home Show, evento que colocará à disposição de compradores brasileiros imóveis novos e usados à venda em Orlando e Miami, na Flórida (Estados Unidos), por preços entre 180 mil (cerca de 470 mil reais) a 2 milhões de dólares (cerca de 5,2 milhões de reais).

O salão imobiliário é organizado pela rede de franquias imobiliárias RE/MAX e reunirá dez construtoras norte-americanas e profissionais do mercado imobiliário dos Estados Unidos. 

Serão vendidos imóveis nas cidades de Aventura e Coral Gables, que ficam no condado de Miami, nos bairros Coconut Grove, Brickell (centro financeiro de Miami), North Beach e South Beach, na cidade de Miami Beach, Orlando, no condado de Orange, Fort Lauderdale, no condado de Broward, entre outras.

Alguns dos empreendimentos que terão unidades à venda no evento são: Marina Palms, H3 Hollywood, Royal Oak Homes Orlando, One Paraiso, Terrazas, Armani Residence, Porshe Tower, Metropica, HYDE Resort, Aubergene, Crimson, Brickel City Center, Oceana e Flatiron. Detalhes sobre os imóveis poderão ser vistos em tótens interativos que estarão instalados no evento

De acordo com a RE/MAX, as construtoras oferecerão condições especiais para brasileiros que fizerem a reserva de compra no salão. Entre as vantagens estão descontos a partir de 10%.

O evento é feito em parceria com o Cofeci (Conselho Federal de Corretores Imobiliários), o Secovi-SP (Sindicato das empresas de compra e venda de imóveis de São Paulo) e a Adit Brasil (Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil). 

A área de crédito imobiliário do Itaú também apoia o salão e profissionais do banco estarão no evento para realizar operações de home equity, espécie de financiamento imobiliário que usa o imóvel como garantia. 

A entrada no evento é gratuita e para participar basta se inscrever no site da RE/MAX.

Salão pode ser oportunidade para se informar sobre o mercado americano

Com o real desvalorizado, o momento pode não ser muito favorável à compra de imóveis nos Estados Unidos, mas o evento pode ser uma boa oportunidade para investidores e compradores se informarem mais sobre o mercado imobiliário na Flórida e os procedimentos que envolvem a compra de imóveis no exterior.

O salão contará com diversas palestras de orientação, que tratarão de temas como: aspectos legais da compra de imóveis na Flórida; vistos e questões de imigração e contabilidade na aquisição de imóveis; como abrir uma empresa nos Estados Unidos; compra de imóveis usados em Orlando e Miami; cases de sucesso na venda de imóveis internacionais e informações turísticas da Flórida.

Serviço

Datas: 29 e 30 de Novembro
Horário: das 10h às 22h
Local: Centro Empresarial RE/MAX (Rua Estados Unidos, 1725, Jardim América) - manobrista no local
Informações: (11) 3082 0009 ou pelo site do Florida Show.

Município de Natal deve pagar indenização à construtora por anulação de Licença Ambiental em Ponta Negra

O juiz Airton Pinheiro, da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da capital, condenou o Município de Natal à pagar indenização por danos materiais e lucros cessantes, assim como por danos morais em favor do Solaris Participações e Empreendimentos Imobiliários Ltda., tudo em decorrência da anulação da Licença Ambiental nº 350/205 e do Alvará de Construção nº 146/206, correspondentes ao empreendimento Solares Ponta Negra.

Com isso, o Município deve pagar indenização por danos materiais e lucros cessantes, no valor de R$ 334.613,58, sendo R$ 119.112,78 relativos aos danos emergentes e R$ 215.490,80 correspondentes aos lucros cessantes, estes arbitrados em 20% sobre os valores atribuídos às unidades do Solares de Ponta Negra comercializadas até a época dos fatos.

O Município de Natal deve pagar ainda a quantia de R$ 50 mil, a título de danos morais. Todos os valores devem ser corrigidos pelo IPCA (atual tabela da Justiça Federal), mês a mês, desde a data das notas fiscais e recibos quanto aos danos emergentes, da citação no tocante aos lucros cessantes e da publicação da sentença quanto aos danos morais (Súmula 362 do STJ), acrescidos de juros.

Por outro lado, o magistrado julgou improcedente a pretensão deduzida na Ação Anulatória nº 0201386-08.207 para declarar a legalidade do ato administrativo que promoveu o cancelamento da Licença de Instalação nº 350/05.

Alegações da construtora

Na ação, a Solaris sustentou que, em conformidade com o Plano Diretor do Município de Natal (PDMN), pleiteou e obteve junto à Secretaria Especial de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB) as licenças para construção e ambiental necessárias ao implemento do empreendimento imobiliário “Flat Solares”, situado no Bairro de Ponta Negra.

A empresa alegou também que o empreendimento não requer autorização do Conselho Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente, visto não envolver impacto ambiental, e que o Prefeito não seria competente para promover a anulação e, finalmente, que esta se deu em desvio de finalidade, possibilitando-se a suspensão das licenças concedidas no Município até que fosse aprovada a revisão do PDMN.

Prefeitura

Já o Município sustentou que a anulação da licença ambiental e consequente ineficácia do alvará de construção, decorreu da autotutela administrativa que, a partir da Recomendação nº 02/206 da 45ª e 12ª Promotorias de Justiça do Meio Ambiente, permitiu a apuração de vícios formais e materiais no procedimento de licenciamento ambiental, conforme consta do Relatório da SEMURB e do Parecer da Procuradoria Geral do Município (PGM) anexados à defesa.

Apontou, dentre outros argumentos, que o procedimento – nº 2307.026376/206 – desconsiderou o impacto do empreendimento na paisagem local e, ainda, que o condicionamento da expedição do “habite-se” à ampliação do sistema de esgoto pela CAERN não supre a ausência de estudo de impacto a ser submetido à SEMURB e ao Instituto do Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente (IDEMA).

Julgamento da demanda judicial

Quando julgou a demanda, o juiz ressaltou a existência de conexão entre a ação anulatória nº 0201386-08.207 e a indenizatória nº 040720-62.209, e assim as matérias suscitadas em ambos os processos foram enfrentadas e decididas conjuntamente.

Ele entendeu que inexiste fundamento jurídico à anulação do ato que promoveu o cancelamento da Licença de Instalação nº 350/05, posto que promovido em consonância com o ordenamento jurídico pátrio, notadamente o sistema relativo à proteção e preservação do meio ambiente.

Quanto aos lucros cessantes, foi considerada a rentabilidade prevista da obra que deveria ter sido entregue em dezembro de 209, cujo valor, atualizado pelo INPC até referida data era de R$ 3.376.832,21. Isto porque constatou-se que seria plenamente adequada e proporcional à época dos fatos a projeção de lucro à monta de 20% sobre o valor exigido pelas unidades comercializadas.

Em relação aos danos emergentes anuais, considerou-se os computados a partir de 209, resultantes da manutenção do tereno – gastos com IPTU, vigilância, limpeza, contador, etc – e dos lucros cessantes decorrentes da imobilização do empreendimento, totalizados em R$ 77 mil anuais.

Processos nº: 040720-62.209.8.20.001 em julgamento conjunto com o 0201386-08.207.8.20.001

Fonte: TJRN

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Residências feitas de concreto inflado custam apenas $ 3.500 dólares



Método desenvolvido na década de 60 reduz tempo e custo de produção.

A residência em formato de cúpula é resultado de um tipo de construção nada convencional – apesar de ter sido desenvolvido na década de 60 -, o método construtivo está em análise e poderá ser usado como alternativa para projetos de abrigo para refugiados e habitação de baixo custo.

A técnica batizada de Binishell consiste em inflar balões para servirem como fôrmas, por cima delas é colocado o concreto e o restante dos materiais. O arquiteto Dante Bini foi quem patenteou a ideia e, na época, ajudou a reduzir o tempo e o custo das construções – uma vez que os moldes tradicionais eram bastante caros. Agora, seu filho Nicoló Bini, está propondo novas construções utilizando esse método.

Imagem: Divulgação

"É uma alternativa a habitação de baixo custo que é melhor do ponto de vista ambiental e humanitário. Temos um produto permanente que não é apenas mais verde, mas também mais rápido para construir do que outros sistemas", afirmou ele.

Imagem: Divulgação

Nesse tipo de construção, são integrados sistemas que reduzem o consumo de energia em até 75% em relação aos métodos tradicionais. É necessária uma quantidade menor de materiais, que devem ser comprados na localidade do morador. Há redução de custo tanto ambiental quanto financeira. A empresa avalia que a residência mais simples custaria apenas $ 3.500 dólares.

Imagem: Divulgação

Além disso, é possível criar uma estrutura resistente aos desastres naturais. Em tais situações, o projeto ainda se mostraria eficaz pela rapidez com que as paredes podem ser erguidas – o que seria extremamente importante em casos emergenciais.

Imagem: Divulgação

Os telhados verdes também poderiam ser uma boa solução para melhorar o conforto térmico e acústico das residências, além de reduzir ainda mais o impacto ambiental causado pelas construções.

Redação CicloVivo

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Casal constrói acidentalmente uma casa do sonho de 680 mil dólares no lote errado

Um casal sempre almejou o dia em que terminariam a sua casa dos sonhos, porém, quando este dia chegou, o sonho recém-construído se transformou em um pesadelo horrível. Embora Mark Voss e sua esposa tenham alguns outros lotes residenciais no condomínio de luxo de Ocean Hammock, a casa foi construída acidentalmente em um terreno pertencente a outra pessoa.



- "Não podemos acreditar que algo assim poderia acontecer", disse Mark, que é o proprietário de uma administradora de imóveis no estado do Missouri, nos EUA. - "Nós estávamos prontos para mudar para nossa nova casa, mas, com toda essa dor de cabeça, já não temos tanta certeza se isso vai ser possível."

Mark disse que comprou o lote no número 23 da Avenida Atlântica. Então, em 2012, ele contratou uma empresa chamada Keystone Homes para construir o imóvel de três andares com cinco quartos e quinhentos metros quadrados, que lhes custou uma gritante cifra de 680 mil dólares (mais de 1,6 milhões de reais).


Seis meses após que a mansão foi construída, no entanto, uma equipe de levantamento topográfico que estava trabalhando nas proximidades percebeu o erro e que a casa está realmente no lote do lado, no número 21 da boulevard, que pertence a um casal da Carolina do Norte que o adquiriu em 2003.


Enquanto isso a Keystone tenta negociar um acordo entre as duas partes. Acontece que eles podem ser responsabilizados por toda a trapalhada, pois a falta de comunicação entre a Keystone e os subempreiteiros -que realmente construíram a casa- resultou na obra localizada no lote errado.


- "A bola está com o construtor", admitiu o vice-presidente da Keystone, Robbie Richmond. - "Eu construí cerca de 600 casas neste condado e isso nunca aconteceu comigo antes. Pode acontecer, mas é raro."

Os Voss, alheios a quem seja o real culpado, já contrataram um advogado, mas Robbie tenta agendar uma reunião entre as partes para encontrar uma solução justa, sem a necessidade de advogados.

- "Nós tomamos todas as medidas cabíveis neste caso. Estamos 100% empenhados em encontrar uma resolução justa para todos", concluiu.


Já imaginaram a confusão se o verdadeiro dono do terreno for um troll e decidir que o imóvel é dele?

- "Obrigado pela bela casinha mobiliada, Mark. Quando quiser aparecer, não se acanhe, a casa é sua!" 



Placa com apelo solidário tenta inibir pichação de imóvel em Jacareí, SP

Promessa é que dinheiro economizado com pintura será doado a entidade.
Medida tem funcionado, segundo administrador do prédio no interior de SP.

Fonte: G1


Placa pede a colaboração dos pichadores para ajudar entidade assistencial. Medida foi inspirada em modelo semelhante feito por empresa em SP. (Foto: Arquivo pessoal/Claudio Fernandes)

Para inibir pichações, o administrador de um prédio comercial em Jacareí (SP) decidiu apelar ao bom senso e solidariedade dos vândalos. Com a instalação de uma placa em que afirma que o dinheiro economizado com a pintura da fachada será doado a uma entidade assistencial da cidade, ele conseguiu frear as ocorrências nos muros do imóvel.

A decisão de colocar duas placas no prédio, que fica no Jardim Amparo, aconteceu há seis meses após ocorrências em série de pichações no muro e na fachada do local. Segundo o administrador, Claudio Marcelino Garcia Fernandes, eles tinham pelo menos uma ocorrência de pichação por mês.

Desde o começo do ano, quando a placa foi adotada, a empresa de manutenção predial, Memo passou a fazer doações à entidade Jacareí Ampara Menores (Jam), que atende deficientes intelectuais e adolescentes em situação de vulnerabilidade, em troca do 'bom comportamento' dos pichadores.
O prédio foi reformado e pintado de branco. Apelo reduziu ocorrências de vandalismo. (Foto: Arquivo pessoal/Claudio Fernandes)

Quando o local não é alvo de vandalismo, os depósitos variam entre R$ 200 a R$ 300 segundo o administrador; e quando há pichação, o valor é menor, em média R$ 100. Para comprovar a doação, a empresa tem colocado o recibo da contribuição junto com a placa.

Redução
O prédio é pintado de branco e está disponível para locação. O estabelecimento não conta com câmeras, nem segurança e tem no entorno dezenas as casas e estabelecimentos ao redor pichados.

"Esse prédio era todo pichado, então reformamos a fachada e vimos que o problema continuava. Aí inspirados em um modelo que vimos em São Paulo e fizemos duas placas. Percebemos uma mudança no comportamento, as pichações diminuiram e o dinheiro agora tem um destino mais nobre. Apenas um dos lados do prédio que está sem a placa ainda é pichado, acho que os pichadores não sabem que é nossa", disse ao G1. Ele contou que será confeccionada mais uma placa.

Lei antipichação
Jacareí tem uma lei antipichação que passou a valer em maio deste ano. A fiscalização é feita pela Guarda Civil Municipal e pelo setor de Fiscalização de Posturas, da Secretaria Municipal de Planejamento.

Em setembro foram flagrados 17 vândalos pichando no município e, em outubro, até esta terça-feira (14), outros 15.

As penalidades são multa de R$ 1.197,60, e a obrigação de reparar os danos causados ou ressarcir o município os custos financeiros para limpar a pichação e corrigir os prejuízos.
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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Esta cidade italiana não parece ter nada de especial, até você vê-la de cima

Fonte: http://www.blogblux.com.br/

Se você alguma vez visitar Palmanova, na Itália, você pode pensar que é apenas mais uma bela cidade italiana. Mas este lugar tem um segredo realmente incrível... e você só vai saber se você estiver no alto, acima dela.


O arquiteto Vincenzo Scamozzi projetou este lugar na forma de uma estrela.




A República de Veneza a construiu com a idéia de torná-la uma espécie de utopia.


A cidade foi construída em tal forma por muitas razões, que vão desde religiosas até militares.





É difícil imaginar a quantidade de trabalho que eles tiveram para criar um layout simétrico há tantos anos.




Mas a cidade não é só bonita por fora - assim como o resto da Itália, seu interior é de tirar o fôlego também.



A velha arquitetura ainda permanece de pé centenas de anos após ter sido construída.



Se você for visitar a Itália, essa cidade definitivamente vale uma olhada.





terça-feira, 29 de julho de 2014

Construtora é impedida de continuar obra que traz risco para moradores na zona sul de Natal

O André Luís de Medeiros Pereira, da 16ª Vara Cível de Natal, determinou que a Foss e Consultores Ltda. construa um muro delimitador separando integralmente a área já entregue do Condomínio Golden Green da área ainda em construção.

A empresa também deve retirar todos os materiais de construção ainda existentes na área comum de propriedade do Condomínio, sem trafegar por dentro do condomínio, ou seja, pela Rua Promotor Manoel Alves Pessoa Neto ou Avenida Do Sol, no prazo de 30 dias, a contar da intimação da decisão.

O magistrado determinou ainda que a construtora abstenha-se imediatamente de trafegar pelas vias internas do condomínio. Ele manteve uma multa diária de R$ 2 mil para o caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas, a ser revertida em favor do Condomínio.

Argumentos da construtora

Inicialmente, a empresa Foss Consultores Ltda. ajuizou ação visando obter o acesso dos seus caminhões à área comum do condomínio para dar continuidade às obras dos demais blocos do empreendimento, bem como a condenação em danos materiais e morais.

Alegou que a síndica arbitrariamente vem impedindo o acesso da construtora ao Condomínio Golden Green, pois a utilização do trajeto contido na área de propriedade e uso comum foi aceita por todos os compradores, conforme Memorial de Incorporação, Convenção do Condomínio o Contrato de Compra e Venda do Empreendimento.

Posição do Condomínio

O Condomínio alegou que construiu um muro delimitador, separando as áreas entregues do condomínio das áreas em construção e que existem três entradas para o condomínio, sendo uma social (entrada principal pela Av. Jaguarari) e duas vias de acesso abertas pela Construtora Foss justamente para continuar as obras sem colocar em risco a segurança de condôminos.

Por fim explicou que o tráfego de materiais e pessoal para obra por dentro do condomínio acarreta sérios riscos à segurança, vida e patrimônio dos condôminos, pois a via social passa ao lado da área de lazer, onde transitam várias pessoas e brincam as crianças.

Análise judicial da demanda

Para o juiz, embora a empresa alegue que tem direito de utilizar a Área de Propriedade e Uso Comum do Condomínio Golden Green, definida no memorial de incorporação do empreendimento, assim como na Convenção de Condomínio e nos contratos de compra e venda das unidades residenciais, da leitura dos referidos documentos nota-se que em nenhuma passagem se assegura à construtora tal faculdade.

“Logo, considerando que no momento do ajuizamento das ações já tinham sido entregues 100 unidades habitacionais (Bloco A), o uso da área comum existente era restrito aos condôminos, sendo imprescindível para a continuidade das atividades a construção de um muro temporário separando a fase já concluída daquelas que ainda estão em construção, medida comum no setor de construção”, comentou.

Evidente, a seu ver, portanto, que a partir da finalização da primeira etapa, a construtora deixou de ter direito de transitar pelas vias internas do condomínio, destinadas ao tráfego dos veículos dos moradores e seus convidados.

“Desse modo, inexiste qualquer ilegalidade na conduta da síndica que, no uso de suas atribuições como representante do condomínio e no interesse dos componentes deste, proibiu a circulação dos veículos de grande porte e funcionários da empresa Foss, a fim de evitar maiores transtornos para os moradores”, entendeu.

(Processo nº 0108857-91.2012.8.20.0001)

Fonte: TJRN

COMPRADORES COM MAIS DE 60 ANOS


(Via: João Teodoro da Silva)

Os cidadãos com mais de 60 anos têm um tratamento diferenciado pela legislação no que diz a financiamentos imobiliários. Programas habitacionais públicos ou empreendimentos subsidiados pelo governo devem destinar 3% dos recursos a pessoas nessa faixa etária. Eles também têm prioridade na fila, ou seja, são um público em potencial. Bom trabalho a todos.